domingo, maio 13, 2007

Algo com tantos anos que se bebe em poucos minutos...


Há mais de 10000 anos, o homem primitivo conheceu o fenômeno da fermentação e obteve, em pequena escala, as primeiras bebidas alcoólicas. Está comprovado que, há 5000 anos, os sumérios e os assírios produziam, a partir de cereais, uma bebida fermentada, utilizando o processo de malteação de grãos, tal como é feito agora. Os hieróglifos e baixos-relevos com mais de 4000 anos mostram que a civilização egípcia também conhecia a cerveja e a produzia em diferentes versões, como a Cerveja dos Notáveis e a Cerveja de Tebas. Na Antigüidade , a presença da cerveja na Europa Central pode ter sido resultado da evolução local dos métodos de preparação primitivos ou pelo conhecimento trazido do norte da África e Península Ibérica para a Gália e a Germânia. Por muitos séculos a cerveja consumida era preparada de forma caseira. Durante a Idade Média, a produção em maior escala começou a ser difundida na Europa pelas abadias e conventos cristãos. No ano de 820 da nossa era já existiam três cervejarias e uma maltaria na abadia de St. Gall, na Suíça. Foram, talvez, parte do primeiro complexo industrial desse porte. Também durante a Idade Média a cerveja começou a ganhar novas características, com a adição de ervas amargas e aromáticas, raízes, flores e frutas silvestres. Por volta de 1070 D.C., a abadessa - depois canonizada - Sta. Hildegard apresentou pela primeira vez as vantagens da utilização da flor de lúpulo no preparo da cerveja. Depois dessa época, a adição do lúpulo disseminou-se, eliminando progressivamente a utilização de outros elementos vegetais. O lúpulo emprestou à cerveja um agradável aroma e um estimulante sabor característico, dando-lhe as características que apresenta até hoje e melhorando a sua conservação. Esses métodos de produção permaneceram até o século dezenove, quando novas descobertas científicas começaram a ser aplicadas. Em 1859, Pasteur identificou os agentes causadores da fermentação, mostrando que ela se dava pela ação das leveduras de cerveja. Com base nesses estudos, pouco tempo depois, o processo começou a ser utilizado na produção de cerveja, permitindo a manutenção de sua qualidade por períodos mais longos. Em 1883 o cientista dinamarquês Emil Christian Hansen isolou as primeiras culturas puras de levedura, iniciando sua utilização de maneira controlada. Esse procedimento conferiu à cerveja muito maior constância de sabor e qualidade. Todos esses avanços, aliados ao início da produção industrial do frio, lançaram as bases para o desenvolvimento da indústria cervejeira moderna.

terça-feira, maio 08, 2007

Todo o burro come palha, é preciso é saber dar-lha...


Pela Boca Morre o Peixe é o título do livro de João Pombeiro que apresenta uma recolha interessante de frases daquelas figuras públicas para quem é mais fácil prometer que dar.
Pelo que já tive oportunidade de ler, foi estranho concluir que uns comem os figos, a outros rebentam-lhe os lábios, sempre com a lúcida percepção de que guardado está o bocado para quem o há-de comer; e como por vezes o bom julgador por si se julga será caso para dizer segundo lá escolhestes, assim cá vos contentai. Procurando ser lacónico, sem mais demoras ou ditados populares vos deixo então com duas das minhas preferidas:


«Engenheiro José Sócrates, vamos vê-lo, um dia primeiro-ministro?»
«Não! Primeiro, porque não tenho o talento e as qualidades necessárias que um primeiro-ministro deve ter. Segundo, porque ser primeiro-ministro é ter uma vida na dependência mais absoluta de tudo, sem ter tempo para mais nada. É uma vida horrível que eu não desejo. Ministro é o meu limite.»
JOSÉ SÓCRATES, ministro do Ambiente e Ordenamento do Território, DNA, 16 de Setembro de 2000


«Tem esperanças de um dia passar a ser o número um [do PSD]
«Não! Nem pensar! Essa perspectiva está completamente fora do meu horizonte.»
«Por que o diz de forma tão determinada?»
«Porque não tenho qualquer tipo de dúvidas. Tenho noção das minhas qualidades e das minhas limitações.»
MARQUES MENDES, então líder parlamentar do PSD. VIP, 20 de Janeiro de 1999





Humm... Quanta convicção!! Lembrem-se as figuras públicas para quem é mais fácil prometer que dar que mais vale cair em graça do que ser engraçado e atenção caros leitores pois como canta o galo velho, assim cantará o novo.


Saudações

terça-feira, maio 01, 2007

As maravilhas do Photoshop...

Descubram as diferenças




quarta-feira, abril 25, 2007

Aqui e onde estou viver.


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33 anos de Liberdade

Caros Conbloggers

Há 33 anos atrás Portugal era um país oprimido pelo tiranismo do Estado Novo. A Constituição não garantia o direito dos cidadãos à saúde, à educação, ao trabalho e à habitação. Todas as formas de cultura ( Música, Escrita, Teatro, Cinema e Artes Plásticas) eram previamente censuradas. O governo mantinha uma inútil guerra colonial que nos isolava da restante comunidade internacional. A actividade política estava condicionada, não havendo direito a eleições livres. Aqueles que se opunham ao autoritarismo governamental da época eram imediatamente perseguidos pela polícia política, obrigando-os a agirem na clandestinidade ou ao exílio.
O historiador António Reis, que viveu a opressão salazarista e marcelista, escreveu o seguinte:
"Portugal era um país anacrónico. Último império colonial do mundo ocidental, travava uma guerra em três frentes africanas solidamente apoiadas pelo Terceiro Mundo e fazia face a sucessivas condenações nas Nações Unidas e à incomodidade dos seus tradicionais aliados.
Para os jovens de hoje será talvez difícil imaginar o que era viver neste Portugal de há vinte anos, onde era rara a família que não tinha alguém a combater em África, o serviço militar durava quatro anos, a expressão pública de opiniões contra o regime e contra a guerra era severamente reprimida pelos aparelhos censório e policial, os partidos e movimentos políticos se encontravam proibidos, as prisões políticas cheias, os líderes oposicionistas exilados, os sindicatos fortemente controlados, a greve interdita, o despedimento facilitado, a vida cultural apertadamente vigiada.
A anestesia a que o povo português esteve sujeito décadas a fio, mau grado os esforços denodados das elites oposicionistas, a par das injustiças sociais agravadas e do persistente atraso económico e cultural, num contexto que contribuía para a identificação entre o regime ditatorial e o próprio modelo de desenvolvimento capitalista, são em grande parte responsáveis pela euforia revolucionária que se viveu a seguir ao 25 de Abril, durante a qual Portugal tentou viver as décadas da história europeia de que se vira privado pelo regime ditatorial. "

António Reis - Portugal, 20 anos de Democracia

Às 22 horas e 55 minutos do dia 24 de Abril de 1974, é anunciada aos microfones dos Emissores Associados de Lisboa, e colocada no ar a partir dos estúdios do Rádio Clube Português, a canção de Paulo de Carvalho "E Depois do Adeus". Inicia-se assim a Revolução, pois a canção serviu de senha para o início das operações militares a desencadear pelo Movimento das Forças Armadas. A segunda senha foi dada pela canção "Grândola, Vila Morena" de José Afonso, e foi posta no ar à meia noite e vinte de 25 de Abril de 1974 pela Rádio Renascença.
O que se seguiu espelha o inconformismo dos portugueses e a vontade incontestável de seguir outro rumo, numa revolução sem mortes, sem sangue... Os militares de Abril derrubavam os excrementos que durante 48 anos oprimiram o Povo Português e a multidão sai à rua e saúda efusivamente os soldados revoltosos. Perdurará para sempre na história a imagem do cano da espingarda com um cravo vermelho, símbolo da Revolução, símbolo da Descolonização, símbolo da Democracia...

Saudações de Abril





Artigo também publicado no blog o Falcão e seus Comparsas

domingo, abril 22, 2007

sexta-feira, abril 20, 2007

Um momento, um segundo…

…que passa, uma vida que morre, outra que nasce.


O porquê desta pequena exposição é o facto de querer demonstrar o que num segundo de vida se pode fazer, um simples gesto, um simples olhar, um único momento que pode não mais se repetir. Nem sempre damos o devido valor ás pequenas coisas que nos rodeiam e que com um pouco mais de atenção acabamos por perceber o quão belo e poderoso pode ser e o quão único é na verdade.
Estes são locais e momentos pelos quais eu passei e vivi, são momentos que vão ficar registados na memória e que me fizeram sentir paz, revolta ou solidão… entre muitas outras estas, são algumas das imagens que registei. Mundos perdidos e esquecidos por onde andei que ninguém reconhece, mas que estão todos bem perto de nós, diariamente. Não os vemos porque vivemos num mundo que só aprecia os bens materiais e estes são os bens naturais e a sua beleza… única.
Fiquem então com algumas fotos que tirei aqui mesmo, em Pinhel.
---------------------------------------------------------------------------Juja

quinta-feira, abril 19, 2007

O NOSSO FUTURO EM CAUSA



A humanidade expandiu-se na Terra durante o último e mais recente período da era quaternária - o Holoceno - em especial após a última glaciação. Quanto ao impacto na natureza, a presença do Homem distingue-se dos outros animais pela capacidade de alterar o espaço à sua volta. O mundo, tal como o conhecemos hoje, é o resultado de milhares de anos de evolução do pensamento do Homo sapiens sapiens.
As alterações do clima são acontecimentos naturais que ocorrem desde sempre. Durante o último século, contudo, as alterações registadas têm sido mais pronunciadas do que em qualquer período registado até ao momento. Uma das conclusões do relatório do IPCC (Intergovernmental Panel on Climate Change) de 1995 indica que estas alterações são resultado de intensas intervenções humanas sobre o meio natural com repercussões no clima e que se reflectem a uma escala regional e global. Este organismo prevê que as temperaturas médias globais aumentem entre 1 e 3.5ºC até 2100 e que o nível médio das águas do mar aumente entre 15 e 95 cm.
Os gases de efeito de estufa emitidos por carros, aviões, fábricas e centrais energéticas estão a alterar o clima da Terra e a contribuir para o aquecimento global.
A concentração destes gases aumentou significativamente nos últimos 200 anos.
A minimização deste problema planetário passa pela concertação de acções internacionais e, em boa medida, por medidas de intervenção florestal.
Apesar de ainda estar por determinar o grau exacto de sensibilidade do clima terrestre às actividades humanas, sabemos que estas contribuem para o aquecimento do planeta.
Todos temos responsabilidade, todos devemos colaborar para que o nosso planeta continue a ser o mais belo, o mais azul da Via Lactea! Cabe-nos a todos ajudar a preservar aquilo que a natureza levou anos e anos a construir!
Por um clima melhor, para uma vida melhor!

segunda-feira, abril 09, 2007

terça-feira, março 27, 2007

segunda-feira, março 26, 2007


Ora digam lá que depois deste post não vale falar de bola neste espaço.......

sábado, março 24, 2007



ESTAMOS VIVOS...... E MUITO FORTES !!!!!!

segunda-feira, março 19, 2007

quinta-feira, março 15, 2007

terça-feira, março 13, 2007

Olhares…




Todos nós tememos certos olhares ainda que não tenhamos consciência disso. Somos estranhos uns aos outros. Somos estranhos a nós próprios, talvez porque não sabemos quem somos nem como olhar para nós mesmos...
Cada um escolhe a sua maneira de olhar para sobreviver a esta fauna em que vivemos. Quanto a mim, optei por simplesmente deixar de me preocupar, e olhar para tudo. Parece difícil à partida mas após alguns tempos de experiência, a coisa já quase que flúi, e dou por mim com esta capacidade, antes desconhecida, de não me chatear com nada nem com ninguém. Se levou tempo? Muito...
Mas vale verdadeiramente a pena ter alcançado este quase estado de beatitude. A verdade é que agora adormeço e acordo sempre com a mesma paz. E não foi preciso dançar à volta da fogueira.
Crónicas fotográficas, relatos de experiência pessoal, histórias de animais.Tudo isto visto através da objectiva... e com o apoio de alguma paciência!!!
Como comecei, e algo sobre como evolui até agora, as minhas preferências, e um (muito) pouco sobre mim próprio.
Espero que sirva para olharem…

Abel António G. Santos

segunda-feira, março 12, 2007

O Dia do Pai - 19 de Março.



O conhecido Dia do Pai é também o dia de S. José, o pai de Jesus Cristo. Neste dia presta-se uma homenagem especial a todos os pais do mundo!
S. José, marido de Maria, era carpinteiro e vivia na cidade de Nazaré, na Galileia. Ao que parece, era um bom homem que aceitou ser o pai de Jesus na terra.
Era o filho mais velho de Jacob e de Raquel e a sua história vem contada na Bíblia.
O culto a São José começou no século IX. Não se sabe ao certo em que data José nasceu ou morreu, mas o papa Gregório XV, em 1621, referiu a data de 19 de Março como a da sua morte. E assim ficou a ser o seu dia!
Tornou-se também o santo padroeiro (protector) dos carpinteiros, pela profissão que tinha. O nome José vem do hebreu (Youssef) e significa “que Deus acrescente”.
E que Deus acrescente muito amor e carinho no coração de todos os pais deste mundo! Eles merecem!

quinta-feira, março 08, 2007

-----PINA COLADA-----

INGREDIENTES:
3cl. de rum
2cl. de batida de côco
7cl. de sumo de ananás sem gás



PREPARAÇÃO:
Junte os ingredientes no shaker meio de gelo e bata durante 15 segundos.
Sirva no copo com gelo picado.

UTENSILIOS:
Copo long drink
Shaker

terça-feira, março 06, 2007

segunda-feira, março 05, 2007

Sabem o que é isto?????


É um disco rigido de 5MB de 1956.... Em Setembro de 1956 a IBM lançou o 305 RAMAC, o primeiro Computador com Hard Disk (HDD) O HDD pesava perto de 1 Tonelada e tinha a capacidade de 5Mb… Faz-nos apreciar melhor a nossa PEN Drive de 4 GB, não?…